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Eu tenho crise de egocentrismo, carência ilimitada e um grau de auto - estima um pouco abalado. Eu gosto mais de falar do que ouvir, gosto mais de agir do que pensar, gosto mais de sorrir do que chorar. Prefiro os complicados ao invés do simples, gosto dos estranho ao invés dos comuns, cuido mais dos outros do que de mim mesma. Eu sou estabanada, desastrada e curiosa, sou chorona, sou chata, sou grossa, mas no fundo eu sou uma pessoa legal. Gosto do tudo e do nada, gosto de qualquer coisa, inclusive, o que me agrada é tão estranho, que até eu desacredito. Eu sou um pouco de tudo o que ninguém quer ser, mas que de alguma forma me torna alguém, eu sou a criptonita de uns e o nada de outros. Eu sou a Lana.

20 de janeiro de 2010

Me encontra.

E em mais uma de minhas incríveis reflexões, cheguei ao ápice do pensamento mais uma vez da minha vida NÃO sentimental. Da minha falta de interessante por coisas interessantes e do meu súbito de paixão platônica por impossíveis romances.
Eu sou estranha? Devo ser. Mais estranho ainda é deixar que tal pessoa me faça tão bem como me senti a um ano atrás. Eu não posso deixar isso. Eu não posso gostar de ninguém. Sabe por quê? Por que meu amor é único, tudo que eu quero, tudo que eu tenho, tudo que guardo é somente pro Fá. Não tem essa de vir outro estranho e tentar mudar alguma coisa aqui dentro. Ja sou dele, não adianta!
O fato é que tem um ano quase que eu não me interesso MUITO por qualquer outra pessoa, e todos que eu acho que são bons o suficiente pra mudar alguma coisa em relação aos meus sentimentos, não duram um mês sequer. Dai volta Fábio, volta lembranças, volta depre, volta a certeza de ficar pra sempre sozinha, esperando a boa vonta dele me buscar.

Mas eu quero ser encontrada, eu quero ser amada, quero ser querida. Pô, eu também preciso de carinho! Não parece, mas eu preciso. Eu gosto disso. Eu queria tanto alguém pra chamar de meu, mas ao mesmo tempo eu só quero chamar ELE de meu. Eu queria tanto ter alguém pra ligar quando chego do meu trampo, pra assistir filme enquanto chove, ter com quem fazer planos. Eu sinto falta até de discutir relação!
Daí quando eu penso em querer ficar com alguém, eu escolho quem eu quero ficar, acabo escolhendo um errado, um mais estranho que o oficial, um mais complicado e enrolado, ou tanto quanto o Fá. Acho que eu gosto de desafios, gosto de complicações, gosto de saber que nada é pra mim!
Acho que me conforta por a cabeça no travesseiro e pensar: ' é Lana, tu tentou. Mas não é pra você também. Se conforma. ' Acho que me acostumei com a idéia de ficar sozinha, e talvez pra permanecer com isso, só começo coisas que eu sei que não vão dar em nada. Complicada eu? Nem um pouco. Isso só é medo.
E mesmo eu me esforçando pra que tudo dê certo, eu sinto lá no fundo que meus esforços é só mais uma maneira de eu chegar a conclusão que por mais que eu tente, eu nunca vou conseguir ficar de boa com outra pessoa!! Que isso de amor, abraço, carinho, filme, presente, flor, supresa, palavras, NÃO É PRA MIM!
Não é cara, não é! 19 anos, e eu tenho mais do que nunca certeza disso.

Pior de tudo é que estou me tornando repetitiva, quando venho aqui falar da minha vida NÃO sentimental ou do meu sentimento pelo Fá. Tá ficando chato.
Queria ao menos ter uma novidade! Pior que eu falo sozinha, pois nem meu blog é lido ): OUUAOEUAUEUOAEOUAOUEOUOAUEOUAOUEOUEA

O fato é que eu queria, mas eu não consigo.
O fato é que eu tenho, mas não completamente.
O fato é que eu quero ser encontrada. Ou já encontrei.

Eu não to falando coisa com coisas, mas eu não posso também falar tudo! Eu nem sei o que está acontecendo. Eu nem sei porque insisto nisso. Nem sei por que acredito em você (s). É cara, agora são dois.
MAKE MOVE, Lana.

MAKE MOVE.

Um comentário:

  1. Eu li seu blog, achei muito lindo você tem um amor platônico e eu um amor mal resolvido.

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