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Eu tenho crise de egocentrismo, carência ilimitada e um grau de auto - estima um pouco abalado. Eu gosto mais de falar do que ouvir, gosto mais de agir do que pensar, gosto mais de sorrir do que chorar. Prefiro os complicados ao invés do simples, gosto dos estranho ao invés dos comuns, cuido mais dos outros do que de mim mesma. Eu sou estabanada, desastrada e curiosa, sou chorona, sou chata, sou grossa, mas no fundo eu sou uma pessoa legal. Gosto do tudo e do nada, gosto de qualquer coisa, inclusive, o que me agrada é tão estranho, que até eu desacredito. Eu sou um pouco de tudo o que ninguém quer ser, mas que de alguma forma me torna alguém, eu sou a criptonita de uns e o nada de outros. Eu sou a Lana.

2 de julho de 2010

Me faz sorrir de novo.
Me mostra que na vida, ainda pode ter amor e que tudo isso vai além da dor.
Eu quero saber que tudo pode ser diferente, quero ter esperanças, quero sentir o que sentia antes; Eu quero chegar onde eu não conseguia ir, quero que peguem em minhas mãos e me faça me sentir segura.
Eu quero um olhar sincero, um sorriso por me ver sorrir, um abraço apertado, um beijo na chuva.
Quero saber se é bom acordar e encontrar aquela pessoa ao lado, quero dizer tudo que eu já disse pra alguém errado, eu quero brigar e parar a briga com um sorriso, quero olhar estrelas e escrever poemas de amor.
Me faça sorrir de novo, e por favor, não diga que é pra sempre.
Não existe o pra sempre.


Não existe nome que rime com Lana.
Não existe alguém pra Lana.

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