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Eu tenho crise de egocentrismo, carência ilimitada e um grau de auto - estima um pouco abalado. Eu gosto mais de falar do que ouvir, gosto mais de agir do que pensar, gosto mais de sorrir do que chorar. Prefiro os complicados ao invés do simples, gosto dos estranho ao invés dos comuns, cuido mais dos outros do que de mim mesma. Eu sou estabanada, desastrada e curiosa, sou chorona, sou chata, sou grossa, mas no fundo eu sou uma pessoa legal. Gosto do tudo e do nada, gosto de qualquer coisa, inclusive, o que me agrada é tão estranho, que até eu desacredito. Eu sou um pouco de tudo o que ninguém quer ser, mas que de alguma forma me torna alguém, eu sou a criptonita de uns e o nada de outros. Eu sou a Lana.

9 de novembro de 2010


É assim, algumas palavras, muitas risadas, um olhar meio confuso e tua voz não sai da minha cabeça. Seu perfume, seu jeito, tudo que eu consegui absorver de você, hoje tornam - sem retratos em minha cabeça. E você não sai do meu pensamento, eu fico me perguntando se isso é normal.
Normal por você não ser o que eu exatamente quero, mas por me fazer encontrar nesses inúmeros defeitos, válvulas de escape que me fazem brilhar os olhos e esperar por cada momento que podemos passar juntos.




Mas você nunca saberá disso.

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