Ah, entao acabou? Simples assim? Você não me ama, descobriu isso e não aguenta mais guardar isso com você?
Tudo bem. Mas deixa eu te falar uma coisa?
Você agiu como idiota. Agiu como criança, feito todos que me cercaram; Você me decepcionou.
Tá se sentindo culpado? Se sente um lixo? Dói ler minhas palavras? Dói mais em mim te falar isso. Eu só queria ter que pronunciar palavras bonitas pra você. Mas deixa eu falar outra coisa?
Você tem que ficar feliz por me ver mal. A tempos nao me via assim por outra pessoa, a tempos não amava outro assim. O que eu fiz por você, nunca fiz por ninguém, e nem vou fazer. Tu deveria sentir orgulho de ver essa denominada ' menina forte ' ai, se desmanchando por você, você conseguiu fazer eu ver que esse gelo, que o vazio que eu sentia não era eterno. Ainda bem que me apaixonei por você.
Deveria se sentir feliz por proporcionar os melhores dias da minha vida, me fazer sentir coisas que não sentia a meses. Eu te escolhi. Deveria ficar feliz por mim.
Ainda se sente ruim? Pois saiba que eu me sinto pior. E pra complicar ainda mais, eu te amo.
Acabou mesmo, né? Tudo bem.
Eu vou superar.
' Tolo. Assim, ele estufa o peito e vai. Manda e-mail, scrap, liga, cutuca, ou grita. Ele não se importa muito com o sucesso no final da empreitada, pois sabe que o sucesso está no processo, que a emoção está na perseguição e que a resposta, na pergunta, quase sempre.
* Tolo, mas um tolo que sabe que o único amor sincero, desmedido, exagerado e insensato é, curiosamente, aquele mais comum: o platônico. Mas esse mesmo amor não é dotado da capacidade de mover montanhas. A amizade sim, o amor de mãe, mais ainda. Mas o platônico não move um
grão de areia. Ele termina no mesmo ponto em que começou, no quarto, no computador, na espera sem motivo e na nuvem de angústia que jamais precipita sobre a sua cabeça. O amor platônico inspira os poetas, motiva os cantores, dá rumo aos que estão perdidos, ao mesmo tempo em que os adoece, os mata, lhes borra o sentido da existência. ' < Lucas Silveira. Palavras lidas antes de levar o pé na bunda.
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- Eu tenho crise de egocentrismo, carência ilimitada e um grau de auto - estima um pouco abalado. Eu gosto mais de falar do que ouvir, gosto mais de agir do que pensar, gosto mais de sorrir do que chorar. Prefiro os complicados ao invés do simples, gosto dos estranho ao invés dos comuns, cuido mais dos outros do que de mim mesma. Eu sou estabanada, desastrada e curiosa, sou chorona, sou chata, sou grossa, mas no fundo eu sou uma pessoa legal. Gosto do tudo e do nada, gosto de qualquer coisa, inclusive, o que me agrada é tão estranho, que até eu desacredito. Eu sou um pouco de tudo o que ninguém quer ser, mas que de alguma forma me torna alguém, eu sou a criptonita de uns e o nada de outros. Eu sou a Lana.
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