Eu te amo.
E amo mesmo. Sem sofrimento, sem pudores, sem restrições. Eu te amo, tenho vontade de gritar isso o tempo todo. Te amo, quero que você saiba bem disso, quero que você também me ame assim.
Eu te amo, eu te amo além das minhas palavras, te amo além das explicações, te amo como nunca havia amado, te amo como imaginei poder amar alguém.
Eu amo teus olhos cor de céu, tua boca, tuas mãos sobre a minha, teu abraço tão apertado, tua voz, teu jeito. Eu amo seu beijo, o jeito que você deita no chão, ou que me olha quando acorda. Eu amo teu jeito de me amar, amo teu sorriso de canto de boca. Eu amo tudo em você.
Eu amo quando fala que queria que estivesse ' chovendinho ' pra gente tomar banho juntos, amo quando faz planos, amo quando pega na minha mão e observa ela. Eu te amo, amo descontroladamente, quase que constantemente, eu te amo eternamente.
EU TE AMO.
Será que isso basta?
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- Eu tenho crise de egocentrismo, carência ilimitada e um grau de auto - estima um pouco abalado. Eu gosto mais de falar do que ouvir, gosto mais de agir do que pensar, gosto mais de sorrir do que chorar. Prefiro os complicados ao invés do simples, gosto dos estranho ao invés dos comuns, cuido mais dos outros do que de mim mesma. Eu sou estabanada, desastrada e curiosa, sou chorona, sou chata, sou grossa, mas no fundo eu sou uma pessoa legal. Gosto do tudo e do nada, gosto de qualquer coisa, inclusive, o que me agrada é tão estranho, que até eu desacredito. Eu sou um pouco de tudo o que ninguém quer ser, mas que de alguma forma me torna alguém, eu sou a criptonita de uns e o nada de outros. Eu sou a Lana.
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