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Eu tenho crise de egocentrismo, carência ilimitada e um grau de auto - estima um pouco abalado. Eu gosto mais de falar do que ouvir, gosto mais de agir do que pensar, gosto mais de sorrir do que chorar. Prefiro os complicados ao invés do simples, gosto dos estranho ao invés dos comuns, cuido mais dos outros do que de mim mesma. Eu sou estabanada, desastrada e curiosa, sou chorona, sou chata, sou grossa, mas no fundo eu sou uma pessoa legal. Gosto do tudo e do nada, gosto de qualquer coisa, inclusive, o que me agrada é tão estranho, que até eu desacredito. Eu sou um pouco de tudo o que ninguém quer ser, mas que de alguma forma me torna alguém, eu sou a criptonita de uns e o nada de outros. Eu sou a Lana.

9 de março de 2010

Essa sou eu.

Você diz que prefere ficar sozinho, ao invéz de se apegar. Você diz que não sente nada, e sente muito por não poder me amar; Você fala tanta coisa, que eu até tento me apegar a essas informações e tentar te apagar.
Mas não dá. Não sou que nem você, que tenta sentimentos. Eu vou lá e sinto. Não sou que nem você que tenta acreditar no amor que sente. Eu vou lá e acredito, e me ferro. Dai vem você me dizer que as coisas mudaram, que nada era como você queria que fosse, e que você não pode se obrigar a gostar de mim.
Dai eu abaixo minha cabeça, com os olhos molhados, coração apertado e um nó na garganta que até parece que não vai ter fim. E num instante, eu sou obrigada a esquecer tudo, a desacreditar de tudo que você fez acreditar, e me ajudou a crescer. E eu volto a chorar pelos cantos, falar de coisas tristes, pensar que minha vida amorosa é realmente uma merda, e me tras pra realidade:
' Eu sou a Lana, eu sou chorona, eu sou criança e sou chata. Ninguém me ama, só sirvo pra ajudar os outros, cuidar dos outros e ninguém cuidar de mim. É assim minha vida, tenho que me conformar, e de preferência em nunca mais em ninguém devo acreditar. '
Ah eu deveria me manter assim.
Eu vou me manter assim. Eu juro.

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